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PASSOS
Para fisgar o estômago
Para muita gente, quando o assunto é relaxar, não vem à cabeça outra idéia que uma boa pescaria. É o caso do dentista Aurélio Felisale Barbosa. Mas não satisfeito apenas em sair para pescar, ele aderiu à pscicultura e criou seu próprio pesque-e-pague na cidade de Pratápolis, a 319 quilômetros de BH. E só mesmo graças a uma organizada e rígida agenda que Aurélio consegue administrar o tempo entre o consultório, as varas de pescar, os tanques e a cozinha. Isso porque o pesque-e-pague oferece tira-gostos de primeira, além de almoço no melhor estilo mineiro. Entre as opções do cardápio não faltam peixes, que podem ser pescados pelo freguês ou, caso a sorte não ajude, escolhido em um aquário entre os mais belos exemplares de tilápia e pacu. Mesmo nos dias de semana há quem apareça atrás de peixes. Segundo Aurélio, são os pescadores de verdade. E esse pessoal não trabalha? Aurélio é rápido na resposta: “Pescador que é pescador larga tudo o que está fazendo para pescar”. Tanta experiência com pescarias, principalmente no lago de Furnas, renderam muito aprendizado gastronômico ao dentista. A moqueca maré mansa, nome dado em homenagem à casa, surgiu durante esses encontros. Panelas à mesa, o aroma e o visual são de fazer qualquer um salivar.
Como fazer moqueca maré mansa
Cozinhar as batatas, juntamente com os dentes de alho, até que fiquem al dente. Em uma panela, preferencialmente de barro, montar a moqueca fora do fogo, colocando, primeiro, metade da cebola, seguida pelo colorau, metade do tomate, da batata e do peixe. Fazer o processo novamente, finalizando com o alho cozido e picado, o sal e o cheiro verde. Acrescentar o vinho no momento em que for levar ao fogo. Deixar cozinhar por 20 minutos, com a panela tampada, sem mexer e no fogo baixo.
Receita fornecida por Aurélio Felisale Barbosa,
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